terça-feira, 13 de outubro de 2009




Let us be in love.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Músico decreta o fim da franja emo.

"Será que finalmente nos veremos livres das franjas compridas caídas sob os olhos e emplastadas de gel? Isto se trata de um momento histórico! E deve ser registrado. Pete Wentz, baixista do Fall Out Boy, decretou o fim das franjinhas emo durante um show no Madison Square Garden, em Nova York, no último domingo. 'Vocês ouviram Death Of Autotune do Jay-Z?', perguntou o músico referindo-se à canção contrária ao tão utilizado programa que distorce a voz. 'Esta é a morte do corte de cabelo emo', completou, sentando-se em uma cadeira no palco. Enquanto a banda tocava Saturday, ele teve suas madeixas cortadas com uma máquina elétrica por Mark Hoppus, baixista do Blink 182, que está em turnê com o Fall Out Boy. Mais tarde no Twitter, Wentz escreveu: 'Me sinto mais aerodinâmico'." ClickRBS
WTF

domingo, 4 de outubro de 2009

Ei, não é por mal, mas eu não sou assim.

sábado, 3 de outubro de 2009

Pois é, hoje em dia tudo vaza antes do lançamento... até o Enem. E isso depois de mandar um bando de gente fazer a prova em outra cidade. Uma palavra: tenso.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

God knows the world doesn't need another band, but what a waste it would've been.

Ontem, a uma semana de seu lançamento oficial e depois de vazar em baixa qualidade, vazou o terceiro cd do Paramore, Brand New Eyes. Desde que o segundo álbum deles, Riot!, vazou na internet, há uns dois anos e meio, eles são uma das minhas bandas preferidas e, pra mim, uma das bandas mais promissoras da atualidade. Então, o novo trabalho deles era o lançamento do ano mais aguardado por mim. E valeu cada dia de espera.
A vocalista Hayley Williams é uma garota doce e simpática mas, na hora de escrever letras, ela é melhor quando é má. Com muito a desabafar, ela escreveu as letras de Brand New Eyes, basicamente, sobre o período tenso que os membros da banda viveram no ano passado: não aguentavam mais ver a cara uns dos outros, se irritavam por pequenas coisas, cancelaram vários shows e quase chegaram ao limite. Felizmente, tudo terminou bem, e isso originou um álbum extremamente sincero e muitas vezes agressivo, enérgico e contagiante. Minhas duas faixas preferidas são Playing God, que tem uma das melhores letras do cd, e Looking Up, que sintetiza a mensagem geral de BNE ("could've given up so easily / ... / taking for granted almost everything that I would have died for just yesterday") e também diz porque eles resistiram e continuaram com a banda ("I've always wanted this and it's not a dream anymore, it's worth fighting for"). A parte mais calma do cd fica por conta de Turn It Off (outra das melhores letras), The Only Exception (candidata a single) e Misguided Ghosts (a música mais diferente do álbum). As melodias, como de costume no Paramore, são bem trabalhadas e contagiantes. Hayley usa sua voz perfeitamente, sendo agressiva e suave nos momentos certos.
Brand New Eyes não sairá de meus headphones tão cedo. What a waste it would've been! They're just getting started.

sábado, 29 de agosto de 2009

I don't beg, I don't borrow, I still.

Gravado em 2006 e a ser lançado no dia 15 de setembro, Break Up, parceria do cantor folk Pete Yorn com a atriz, ocasionalmente cantora e minha atriz preferida Scarlett Johansson, é aguardado por mim com ansiedade desde que eu soube da existência do álbum. Adoro a Scarlett cantando, adoro a voz dela e até gosto do Anywhere I Lay My Head (cd de covers de Tom Waits que ela lançou ano passado), mas jazz definitivamente não me agrada. Então, dei pulinhos de alegria quando soube que ela tinha gravado um cd de folk, um estilo totalmente fofo e agradável. As vozes de Scarlett e de Yorn combinaram perfeitamente, e a voz da atriz se encaixou muito bem no estilo. Com apenas nove canções, se destacam I Don't Know What To Do, o single e já conhecida Relator e Search For Your Heart. Recomendadíssimo e obrigatório para os fãs de Scarlett.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Not part of my joke.

As pessoas são LOUCAS. No mau sentido. Sério. E adooooram distorcer o que tu fala pra parecer que a louca é VOCÊ. Depois não entendem porque eu sou anti-social e desconfiada.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Fangs up!

I'm no cynic, you know, I'm just getting bored
I'm no cynic, no, I got a heart of gold

They say I'm cold, cold, cold, baby, why so cold?
I'm super sweet sealed with a kiss
Don't get offended if there's something you miss

I only show you what I want you to see
I've got my t-t-t-t-tongue in my cheek
If you see them laughing, don't follow 'em
'Cause they're not part of my joke

I always be just who you want me to be
And keep my t-t-t-tongue in my cheek
A hopeless romantic you'll never see
'Cause you're not in on the joke.

Gabe Saporta: O último álbum era sobre "Hey, nós somos o guilty pleasure. E não estamos nem aí". E eu acho que desde então, muito mais pessoas ouviram nossa banda, e algumas delas não entendem a piada. E eu acho que a razão de nós termos fãs tão ótimos é porque eles entendem. E é sobre as pessoas que não entendem, que pensam que a gente é só palhaço, que esse música fala. Nós só mostramos a vocês o que nós queremos que vocês vejam.

You're Not In On The Joke, melhor música de Hot Mess, terceiro álbum do Cobra Starship. Uma banda que mistura powerpop, electropop, rap, rock, bom humor e sarcasmo para criar uma identidade extremamente original e criativa. E essas características estão cada vez mais presentes, transformando a banda em um dos melhores exemplos de que música pop e letras divertidas, definitivamente, não são sinônimos de música de qualidade duvidosa ou futilidade. Os cobras vão continuar alegrando os dias meus, de todos os fãs e de cada vez mais pessoas, because cobras never say die!

Ignorance is your new best friend.

You got nothing to lose, you don't lose when you lose fake friends.

sábado, 8 de agosto de 2009

VENDO ALMA!

Preço: ingresso pro show do The Killers em São Paulo dia 21 de novembro e/ou passagem pra São Paulo (a negociar).

sexta-feira, 31 de julho de 2009

The driveway.

It happened. There's no avoiding it. No forgetting. E tudo o que eu posso fazer é lutar pra que não aconteça de novo. Porque agora eu tenho certeza: não vou desistir. É o que eu quero, e tenho as armas necessárias pra batalhar, e vencer. So, that's what I'm doing, that's what I'll keep on doing. Eu não aguento mais essa vida de vestibulanda - escolhi meu caminho (há muito tempo) e até escolhi um caminho alternativo, então quero fazer logo alguma coisa! Agora eu também sei que seguir esse caminho alternativo enquanto tento alcançar meu objetivo maior não é uma desistência. No meu caso, é um modo de não enloquecer, porque meu cérebro vai entrar em pane com outro ano como esse.

A um ausente.

Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.
(Carlos Drummond de Andrade)

sábado, 25 de julho de 2009

It could be worse than it looks.

"Escrito e dirigido por Mark Herman a partir do livro de John Boyne, o roteiro ambientado durante a Segunda Guerra Mundial gira em torno do pequeno Bruno, um menino de oito anos de idade que, filho de um oficial do Terceiro Reich, tem as preocupações típicas de uma criança comum: aborrecido com a mudança da família para o interior, onde o pai administrará um “campo de trabalho”, ele logo se vê entediado pela falta de companhia – e, assim, é com alegria que conhece um garotinho que, vivendo do outro lado da cerca eletrificada da “fazenda” próxima à sua casa, parece usar “pijamas” o dia inteiro. É fácil perceber como esta premissa poderia se transformar rapidamente num melodrama maniqueísta e artificial com o claro propósito de inundar de lágrimas os olhos dos espectadores, mas, para crédito de Herman, o filme ganha força justamente em função de sua abordagem contida, que evita até mesmo escalar duas crianças excessivamente “engraçadinhas” para viver a dupla principal, privilegiando a espontaneidade dos pequenos intérpretes que, assim, surgem verossímeis e, por isso mesmo, mais tocantes. Da mesma forma, o cineasta não tenta martelar as crueldades do regime nazista na cabeça do público, ciente de que já estamos mais do que familiarizados com os horrores perpetrados por Hitler e sua corja. Esta estratégia, aliás, já fica clara na seqüência inicial da projeção, quando a câmera do diretor acompanha alguns garotinhos alemães enquanto estes brincam despreocupadamente pela cidade, eventualmente encontrando dezenas de judeus que, sob a brutal supervisão de soldados nazistas, são obrigados a esvaziar suas casas a fim de serem conduzidos aos campos de concentração – algo que as alegres crianças, concentradas em suas brincadeiras, obviamente não notam (e, mesmo que notassem, não seriam capazes de compreender as implicações do que viram). Este, aliás, é o ponto-chave de O Menino do Pijama Listrado: durante quase toda a narrativa, testemunhamos aquele terrível período a partir do ponto de vista das crianças, que, ingênuas ou mergulhadas em seu próprio mundo sem compromissos, muitas vezes não percebem ou compreendem o que está ocorrendo. Além disso, o contraste entre as realidades de Bruno e Schmuel não poderia ser maior: enquanto o primeiro é um garoto saudável e alegre, o segundo surge com os dentes apodrecidos pela subnutrição e com um ar de cansaço doloroso de se testemunhar em uma criança – e é ainda mais tocante ouvir sua primeira pergunta ao descobrir que Bruno vive na casa localizada nas proximidades: nada sobre seus brinquedos ou seus pais, mas sim se “há comida lá”. Já Bruno, ao ouvir a informação de que seu novo amigo é judeu, reage com um susto que é conseqüência das dezenas de histórias pavorosas certamente narradas pelos adultos anti-semitas. Ainda assim, com a abertura que só uma criança pode exibir, ele logo descarta suas idéias preconcebidas ao perceber que, judeu ou não, Schmuel é um menino como ele – e, portanto, um parceiro ideal de brincadeiras. Da mesma forma, ainda que o medo provocado por um adulto repressor provoque um sério desentendimento entre os garotos, é a doçura infantil de ambos que permite que, mesmo magoados, sejam capazes de se perdoar pela mentira que, sabem, era apenas uma forma de se protegerem da crueldade do mundo dos mais velhos. Comandando com segurança a narrativa, Mark Herman eventualmente passa a focar também o olhar dos adultos, algo quase inevitável para o desenrolar da história – e, assim, passamos a acompanhar principalmente a crescente desilusão da mãe de Bruno diante do marido à medida em que percebe a dimensão dos atos deste. Se inicialmente ela exibe um anti-semitismo igualmente revoltante (em certo instante, ao ver um prisioneiro judeu em sua casa, reclama, como se tivesse se deparado com um rato: “Havia um deles em nossa cozinha!”), a mulher vivida por Vera Farmiga eventualmente passa a perceber o óbvio: a humanidade daquelas pessoas. Como se não bastasse, ela testemunha, aterrorizada, a doutrinação de sua filha mais velha por um professor nazista, que realiza uma verdadeira lavagem cerebral na impressionável garota. Mas se tematicamente o filme ressoa bem, é em seu aspecto dramático que realmente se revela marcante: com uma conclusão impactante em sua impiedosa ironia, O Menino do Pijama Listrado constrói seu clímax com eficiência através da montagem nervosa de Michael Ellis, que alterna o foco da narrativa com precisão cirúrgica entre os garotos e os adultos, e da ótima trilha de James Horner – que, normalmente tão inclinado ao excesso e à auto-repetição, aqui encontra um ótimo equilíbrio ao comentar a trama sem tentar conduzi-la através da dramatização excessiva. Com isso, Herman constrói um desfecho mergulhado em dor e terror, lembrando-nos de algo que os adultos que levam seus filhos para acompanhar sermões de intolerância e ódio deveriam ter sempre em mente: no final das contas, são nossos filhos quem pagam – e caro – pelos erros de julgamento que cometemos."

Pablo Villaça


Porque diz exatamente a minha opinião sobre o filme, e porque ele é o melhor crítico de cinema que eu conheço :D

sábado, 11 de julho de 2009

Life sucks, then you die.

Quase um ano depois de seu lançamento, a edição em português do último livro da saga Twilight, Amanhecer, chega às livrarias. Devorei o livro em menos de três dias. Sabia muita coisa da história e de todos os defeitos apontados pelos leitores e, por isso, já estava preparada para me decepcionar um pouco - o que acabou nem acontecendo. Sinceramente, alguém esperava mesmo outra coisa além de sexo implícito? O livro é bem menos casto do que eu imaginava, e Bella acordando cheia de hematomas e coberta de penas é o bastante pro leitor imaginar o que aconteceu. A maior reclamação dos twilighters - a falta de uma guerra entre os Cullen e os Volturi -, pra mim, fez todo o sentido. Atacar o outro lado naquelas situações iria totalmente contra a personalidade dos dois clãs, e a tal "conversa milagrosa" foi um conflito mental tenso que chegou à beira de se transformar em batalha em vários momentos. A evolução de Bella, com tantas coisas novas e estranhas acontecendo em sua vida (o casamento, a gravidez e a imortalidade) foi mostrada perfeitamente, e ela continua a mesma garota "com um cérebro defeituoso" do primeiro livro, só que levando uma vida completamente diferente do que ela jamais imaginou. Uma saga de amor como Crepúsculo não poderia acabar de outra maneira: depois de todos os conflitos, Edward e Bella agora são felizes, e é assim que continuarão para sempre. O imprinting que Jacob sofre com Renesmee, a fofíssima filha do casal principal, forma uma aliança inquebrável entre lobisomens e vampiros. Aliás, em Amanhecer, o mundo sobrenatural da saga ganha muito mais destaque, mas não deixando de lado o amor apaixonado e desesperado da humana-e-depois-vampira e do vampiro. Twilight pode não é o melhor livro do mundo em termos de qualidade, mas cumpriu perfeitamente bem seu papel: te encantar, te deixar suspirando pelo amor verdadeiro e intenso dos protagonistas e não te deixar desgrudar do livro até que termine. E que venham os três filmes restantes!

sábado, 27 de junho de 2009

They don't look at me the same.

Paramore's BRAND NEW EYES, to be released in September 29th.

tracklist:
01 Careful
02 Ignorace
03 Playing God
04 Brick By Boring Brick
05 Turn It Off
06 The Only Exception
07 Feeling Sorry
08 Looking Up
09 Where The Lines Overlap
10 Misguided Ghosts
11 All I Wanted


O cd que eu mais espero esse ano, junto com o do Arctic Monkeys. Cada vez mais orgulhosa de ser fã deles. *-*

sábado, 20 de junho de 2009

I can almost see it, that dream I'm dreaming, but there's a voice inside my head saying, "You'll never reach it". Every step I'm taking, every move I make feels lost with no direction. My faith is shaking but I, I gotta keep trying, gotta keep my head held high.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Just boiling in my blood.

best fight


breakthrough male


best kiss


new moon trailer


best female performance


best movie
twilight dominou o movie awards! :D

sexta-feira, 29 de maio de 2009

The past is a place that you can never return to, even though people say that this is where you belong.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

There where definitely parts of my character I didn't approve of, and maybe from time to time I had moments when I didn't like mysfel much. But I got through each day as it came to me, and so far I'd survived everything life had thrown at me. I could only hope that the survival was worth the price I'd paid.