terça-feira, 20 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Músico decreta o fim da franja emo.
"Será que finalmente nos veremos livres das franjas compridas caídas sob os olhos e emplastadas de gel? Isto se trata de um momento histórico! E deve ser registrado. Pete Wentz, baixista do Fall Out Boy, decretou o fim das franjinhas emo durante um show no Madison Square Garden, em Nova York, no último domingo. 'Vocês ouviram Death Of Autotune do Jay-Z?', perguntou o músico referindo-se à canção contrária ao tão utilizado programa que distorce a voz. 'Esta é a morte do corte de cabelo emo', completou, sentando-se em uma cadeira no palco. Enquanto a banda tocava Saturday, ele teve suas madeixas cortadas com uma máquina elétrica por Mark Hoppus, baixista do Blink 182, que está em turnê com o Fall Out Boy. Mais tarde no Twitter, Wentz escreveu: 'Me sinto mais aerodinâmico'." ClickRBSdomingo, 4 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
God knows the world doesn't need another band, but what a waste it would've been.
Ontem, a uma semana de seu lançamento oficial e depois de vazar em baixa qualidade, vazou o terceiro cd do Paramore, Brand New Eyes. Desde que o segundo álbum deles, Riot!, vazou na internet, há uns dois anos e meio, eles são uma das minhas bandas preferidas e, pra mim, uma das bandas mais promissoras da atualidade. Então, o novo trabalho deles era o lançamento do ano mais aguardado por mim. E valeu cada dia de espera.A vocalista Hayley Williams é uma garota doce e simpática mas, na hora de escrever letras, ela é melhor quando é má. Com muito a desabafar, ela escreveu as letras de Brand New Eyes, basicamente, sobre o período tenso que os membros da banda viveram no ano passado: não aguentavam mais ver a cara uns dos outros, se irritavam por pequenas coisas, cancelaram vários shows e quase chegaram ao limite. Felizmente, tudo terminou bem, e isso originou um álbum extremamente sincero e muitas vezes agressivo, enérgico e contagiante. Minhas duas faixas preferidas são Playing God, que tem uma das melhores letras do cd, e Looking Up, que sintetiza a mensagem geral de BNE ("could've given up so easily / ... / taking for granted almost everything that I would have died for just yesterday") e também diz porque eles resistiram e continuaram com a banda ("I've always wanted this and it's not a dream anymore, it's worth fighting for"). A parte mais calma do cd fica por conta de Turn It Off (outra das melhores letras), The Only Exception (candidata a single) e Misguided Ghosts (a música mais diferente do álbum). As melodias, como de costume no Paramore, são bem trabalhadas e contagiantes. Hayley usa sua voz perfeitamente, sendo agressiva e suave nos momentos certos.
Brand New Eyes não sairá de meus headphones tão cedo. What a waste it would've been! They're just getting started.
sábado, 29 de agosto de 2009
I don't beg, I don't borrow, I still.
Gravado em 2006 e a ser lançado no dia 15 de setembro, Break Up, parceria do cantor folk Pete Yorn com a atriz, ocasionalmente cantora e minha atriz preferida Scarlett Johansson, é aguardado por mim com ansiedade desde que eu soube da existência do álbum. Adoro a Scarlett cantando, adoro a voz dela e até gosto do Anywhere I Lay My Head (cd de covers de Tom Waits que ela lançou ano passado), mas jazz definitivamente não me agrada. Então, dei pulinhos de alegria quando soube que ela tinha gravado um cd de folk, um estilo totalmente fofo e agradável. As vozes de Scarlett e de Yorn combinaram perfeitamente, e a voz da atriz se encaixou muito bem no estilo. Com apenas nove canções, se destacam I Don't Know What To Do, o single e já conhecida Relator e Search For Your Heart. Recomendadíssimo e obrigatório para os fãs de Scarlett.sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Not part of my joke.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Fangs up!
I'm no cynic, you know, I'm just getting bored
I'm no cynic, no, I got a heart of gold
They say I'm cold, cold, cold, baby, why so cold?
I'm super sweet sealed with a kiss
Don't get offended if there's something you miss
I only show you what I want you to see
I've got my t-t-t-t-tongue in my cheek
If you see them laughing, don't follow 'em
'Cause they're not part of my joke
I always be just who you want me to be
And keep my t-t-t-tongue in my cheek
A hopeless romantic you'll never see
'Cause you're not in on the joke.
Gabe Saporta: O último álbum era sobre "Hey, nós somos o guilty pleasure. E não estamos nem aí". E eu acho que desde então, muito mais pessoas ouviram nossa banda, e algumas delas não entendem a piada. E eu acho que a razão de nós termos fãs tão ótimos é porque eles entendem. E é sobre as pessoas que não entendem, que pensam que a gente é só palhaço, que esse música fala. Nós só mostramos a vocês o que nós queremos que vocês vejam.
You're Not In On The Joke, melhor música de Hot Mess, terceiro álbum do Cobra Starship. Uma banda que mistura powerpop, electropop, rap, rock, bom humor e sarcasmo para criar uma identidade extremamente original e criativa. E essas características estão cada vez mais presentes, transformando a banda em um dos melhores exemplos de que música pop e letras divertidas, definitivamente, não são sinônimos de música de qualidade duvidosa ou futilidade. Os cobras vão continuar alegrando os dias meus, de todos os fãs e de cada vez mais pessoas, because cobras never say die!
Ignorance is your new best friend.
sábado, 8 de agosto de 2009
VENDO ALMA!
sexta-feira, 31 de julho de 2009
The driveway.
It happened. There's no avoiding it. No forgetting. E tudo o que eu posso fazer é lutar pra que não aconteça de novo. Porque agora eu tenho certeza: não vou desistir. É o que eu quero, e tenho as armas necessárias pra batalhar, e vencer. So, that's what I'm doing, that's what I'll keep on doing. Eu não aguento mais essa vida de vestibulanda - escolhi meu caminho (há muito tempo) e até escolhi um caminho alternativo, então quero fazer logo alguma coisa! Agora eu também sei que seguir esse caminho alternativo enquanto tento alcançar meu objetivo maior não é uma desistência. No meu caso, é um modo de não enloquecer, porque meu cérebro vai entrar em pane com outro ano como esse.
A um ausente.
sábado, 25 de julho de 2009
It could be worse than it looks.
"Escrito e dirigido por Mark Herman a partir do livro de John Boyne, o roteiro ambientado durante a Segunda Guerra Mundial gira em torno do pequeno Bruno, um menino de oito anos de idade que, filho de um oficial do Terceiro Reich, tem as preocupações típicas de uma criança comum: aborrecido com a mudança da família para o interior, onde o pai administrará um “campo de trabalho”, ele logo se vê entediado pela falta de companhia – e, assim, é com alegria que conhece um garotinho que, vivendo do outro lado da cerca eletrificada da “fazenda” próxima à sua casa, parece usar “pijamas” o dia inteiro. É fácil perceber como esta premissa poderia se transformar rapidamente num melodrama maniqueísta e artificial com o claro propósito de inundar de lágrimas os olhos dos espectadores, mas, para crédito de Herman, o filme ganha força justamente em função de sua abordagem contida, que evita até mesmo escalar duas crianças excessivamente “engraçadinhas” para viver a dupla principal, privilegiando a espontaneidade dos pequenos intérpretes que, assim, surgem verossímeis e, por isso mesmo, mais tocantes. Da mesma forma, o cineasta não tenta martelar as crueldades do regime nazista na cabeça do público, ciente de que já estamos mais do que familiarizados com os horrores perpetrados por Hitler e sua corja. Esta estratégia, aliás, já fica clara na seqüência inicial da projeção, quando a câmera do diretor acompanha alguns garotinhos alemães enquanto estes brincam despreocupadamente pela cidade, eventualmente encontrando dezenas de judeus que, sob a brutal supervisão de soldados nazistas, são obrigados a esvaziar suas casas a fim de serem conduzidos aos campos de concentração – algo que as alegres crianças, concentradas em suas brincadeiras, obviamente não notam (e, mesmo que notassem, não seriam capazes de compreender as implicações do que viram). Este, aliás, é o ponto-chave de O Menino do Pijama Listrado: durante quase toda a narrativa, testemunhamos aquele terrível período a partir do ponto de vista das crianças, que, ingênuas ou mergulhadas em seu próprio mundo sem compromissos, muitas vezes não percebem ou compreendem o que está ocorrendo. Além disso, o contraste entre as realidades de Bruno e Schmuel não poderia ser maior: enquanto o primeiro é um garoto saudável e alegre, o segundo surge com os dentes apodrecidos pela subnutrição e com um ar de cansaço doloroso de se testemunhar em uma criança – e é ainda mais tocante ouvir sua primeira pergunta ao descobrir que Bruno vive na casa localizada nas proximidades: nada sobre seus brinquedos ou seus pais, mas sim se “há comida lá”. Já Bruno, ao ouvir a informação de que seu novo amigo é judeu, reage com um susto que é conseqüência das dezenas de histórias pavorosas certamente narradas pelos adultos anti-semitas. Ainda assim, com a abertura que só uma criança pode exibir, ele logo descarta suas idéias preconcebidas ao perceber que, judeu ou não, Schmuel é um menino como ele – e, portanto, um parceiro ideal de brincadeiras. Da mesma forma, ainda que o medo provocado por um adulto repressor provoque um sério desentendimento entre os garotos, é a doçura infantil de ambos que permite que, mesmo magoados, sejam capazes de se perdoar pela mentira que, sabem, era apenas uma forma de se protegerem da crueldade do mundo dos mais velhos. Comandando com segurança a narrativa, Mark Herman eventualmente passa a focar também o olhar dos adultos, algo quase inevitável para o desenrolar da história – e, assim, passamos a acompanhar principalmente a crescente desilusão da mãe de Bruno diante do marido à medida em que percebe a dimensão dos atos deste. Se inicialmente ela exibe um anti-semitismo igualmente revoltante (em certo instante, ao ver um prisioneiro judeu em sua casa, reclama, como se tivesse se deparado com um rato: “Havia um deles em nossa cozinha!”), a mulher vivida por Vera Farmiga eventualmente passa a perceber o óbvio: a humanidade daquelas pessoas. Como se não bastasse, ela testemunha, aterrorizada, a doutrinação de sua filha mais velha por um professor nazista, que realiza uma verdadeira lavagem cerebral na impressionável garota. Mas se tematicamente o filme ressoa bem, é em seu aspecto dramático que realmente se revela marcante: com uma conclusão impactante em sua impiedosa ironia, O Menino do Pijama Listrado constrói seu clímax com eficiência através da montagem nervosa de Michael Ellis, que alterna o foco da narrativa com precisão cirúrgica entre os garotos e os adultos, e da ótima trilha de James Horner – que, normalmente tão inclinado ao excesso e à auto-repetição, aqui encontra um ótimo equilíbrio ao comentar a trama sem tentar conduzi-la através da dramatização excessiva. Com isso, Herman constrói um desfecho mergulhado em dor e terror, lembrando-nos de algo que os adultos que levam seus filhos para acompanhar sermões de intolerância e ódio deveriam ter sempre em mente: no final das contas, são nossos filhos quem pagam – e caro – pelos erros de julgamento que cometemos."
Pablo Villaça
Porque diz exatamente a minha opinião sobre o filme, e porque ele é o melhor crítico de cinema que eu conheço :D
sábado, 11 de julho de 2009
Life sucks, then you die.
sábado, 27 de junho de 2009
They don't look at me the same.
Paramore's BRAND NEW EYES, to be released in September 29th.tracklist:
01 Careful
02 Ignorace
03 Playing God
04 Brick By Boring Brick
05 Turn It Off
06 The Only Exception
07 Feeling Sorry
08 Looking Up
09 Where The Lines Overlap
10 Misguided Ghosts
11 All I Wanted
O cd que eu mais espero esse ano, junto com o do Arctic Monkeys. Cada vez mais orgulhosa de ser fã deles. *-*







